Proteção pensada para preservar o seu padrão de vida e o da sua família, em qualquer cenário, em vida ou na sucessão do patrimônio.
Proteção de Renda em Vida
Um diagnóstico grave, uma cirurgia ou um período de internação prolongado não interrompem apenas a rotina: interrompem a renda. Para profissionais liberais, autônomos e executivos cuja remuneração depende diretamente da própria capacidade de trabalho, esse é o risco financeiro mais imediato e o mais frequentemente ignorado.
Essa frente de proteção foi estruturada para colocar capital disponível nas suas mãos justamente no momento em que ele mais importa: para custear tratamento, manter o padrão de vida da família e evitar decisões financeiras precipitadas, como a liquidação de investimentos no pior momento possível. O valor recebido é de uso livre: você decide onde e como aplicá-lo, sem depender exclusivamente da cobertura de um plano de saúde.
Indicado para: médicos, dentistas, advogados, engenheiros e demais profissionais autônomos; executivos com remuneração variável relevante; qualquer pessoa cuja família dependa financeiramente da sua capacidade produtiva.
Continuidade de Renda Familiar
Em vez de uma indenização única, essa estrutura prevê o pagamento de uma renda periódica aos seus dependentes, ajudando a manter, de forma previsível e ao longo do tempo, o padrão de vida da família em caso da sua ausência. Funciona como uma extensão do seu papel de provedor, mesmo quando você não pode mais exercê-lo.
Indicado para: famílias com filhos em fase de formação, cônjuges dependentes financeiramente, ou qualquer estrutura familiar que dependa de uma única fonte principal de renda.
Estruturação Patrimonial e Sucessória
No Brasil, o processo de inventário costuma ser lento e caro, e o patrimônio da família pode ficar congelado por meses ou anos até a partilha ser concluída, justamente no momento em que mais se precisa de liquidez para cobrir custas processuais e tributos de transmissão.
Uma estrutura de proteção bem desenhada antecipa esse problema: como o capital é destinado diretamente aos beneficiários indicados, à margem do processo de inventário, a família tem acesso a recursos imediatos para manter suas obrigações em dia enquanto o processo sucessório segue seu curso, sem necessidade de vender bens às pressas ou recorrer a empréstimos.
Indicado para: empresários, investidores e famílias com patrimônio concentrado em bens de baixa liquidez, como imóveis e participações societárias.
Proteção contra Invalidez
Cobre o cenário em que um acidente ou uma condição de saúde compromete, de forma parcial ou total, a sua capacidade de trabalhar ou de exercer atividades básicas do dia a dia. A estrutura pode incluir a dispensa das contribuições futuras, preservando a proteção contratada mesmo quando a capacidade de pagamento fica comprometida.
Indicado para: qualquer pessoa que dependa da própria capacidade física ou cognitiva para gerar renda, o que inclui a ampla maioria dos profissionais de alta renda.
Perguntas frequentes: para você
A proteção só é usada em caso de falecimento?
Não. É esse, aliás, um dos maiores mal-entendidos do mercado. Grande parte das estruturas atuais foi desenhada justamente para uso em vida (em diagnósticos graves, invalidez ou internação), e não apenas como um benefício pago à família após o óbito.
O capital recebido tem uso livre?
Sim. Ao contrário de um plano de saúde, que reembolsa ou cobre despesas específicas, o capital de uma estrutura de proteção de renda é de uso livre: pode custear tratamento, substituir a renda perdida ou cobrir qualquer outra necessidade da família.
Essa estrutura substitui um planejamento sucessório com holding ou testamento?
Não substitui, complementa. A estruturação de holding e o testamento organizam a divisão do patrimônio; a proteção financeira garante a liquidez imediata que o processo sucessório, por si só, não oferece.
Existe idade limite para estruturar essa proteção?
Existem faixas de idade e critérios de análise que variam conforme o tipo de estrutura e o perfil de cada pessoa. O caminho mais seguro é avaliar isso em conversa com um consultor, caso a caso.
Proteção pensada para garantir que a empresa continue de pé, mesmo diante da perda ou do afastamento de um sócio ou de um executivo essencial para a operação.
Continuidade Societária e Proteção de Pessoa-Chave
Quando um sócio falta, por morte ou por invalidez permanente, a empresa enfrenta dois problemas ao mesmo tempo: a perda de alguém essencial para a operação e a entrada repentina de herdeiros na sociedade, muitas vezes sem qualquer vivência no negócio.
Essa estrutura foi desenhada para resolver exatamente esse cenário. Ao contratar uma proteção financeira sobre a pessoa de um sócio ou executivo-chave, com a própria empresa como beneficiária, garante-se a liquidez necessária para que os sócios remanescentes comprem a participação dos herdeiros de forma organizada, sem precisar recorrer a empréstimos com juros elevados, nem liquidar ativos operacionais da empresa às pressas para viabilizar a operação.
Indicado para: sociedades com dois ou mais sócios, empresas com executivos cuja saída comprometeria a operação, negócios familiares em fase de sucessão.
Blindagem de Capital Humano Estratégico
Além dos sócios, toda empresa depende de determinadas pessoas cujo conhecimento, relacionamento ou capacidade de execução são difíceis de substituir no curto prazo: o chamado colaborador ou executivo homem-chave. A perda repentina dessa pessoa pode comprometer contratos, relacionamento com clientes e a própria continuidade operacional do negócio.
Estruturar uma proteção financeira sobre esses perfis dá à empresa o fôlego de caixa necessário para atravessar a transição: recrutar e treinar um substituto, honrar compromissos com clientes e manter a operação estável enquanto reorganiza a equipe.
Indicado para: empresas com forte dependência de um diretor, sócio-operador ou executivo específico para a geração de receita ou relacionamento com clientes.
Governança e Previsibilidade para Acordos entre Sócios
Um acordo de sócios bem redigido prevê o que acontece se um deles faltar. Mas a previsão contratual, por si só, não gera o dinheiro necessário para executá-la. É comum encontrar empresas com cláusulas de recompra de quotas muito bem escritas e nenhum recurso disponível para cumpri-las quando o momento chega.
Trabalhamos essa estruturação em conjunto com o seu acordo societário, dimensionando a proteção financeira necessária para que a cláusula saia do papel exatamente quando for preciso, sem gerar litígio entre os sócios remanescentes e os herdeiros.
Indicado para: sociedades que já possuem ou estão formalizando um acordo de sócios, e desejam garantir que ele seja financeiramente executável.
Perguntas frequentes: para sua empresa
Quem recebe o valor da proteção: a empresa ou a família do sócio?
O desenho é flexível e depende do objetivo. No modelo de continuidade societária, o valor costuma ser destinado à própria empresa, que usa o recurso para comprar a participação dos herdeiros, que, por sua vez, recebem o pagamento pelas quotas, e não o capital da proteção diretamente. É uma estrutura que resolve os dois lados ao mesmo tempo.
Isso substitui o contrato social ou o acordo de sócios?
Não. A estruturação financeira é o que torna as cláusulas do contrato social e do acordo de sócios executáveis na prática. Um bom acordo, sem a liquidez para cumpri-lo, tende a gerar litígio exatamente no pior momento.
Empresas pequenas também podem estruturar essa proteção?
Sim. O que define a necessidade não é o porte da empresa, mas a dependência da operação em relação a uma ou poucas pessoas, o que é ainda mais comum em negócios pequenos e médios do que em grandes corporações.
A empresa consegue deduzir esse custo como despesa operacional?
O tratamento tributário varia conforme a estrutura escolhida e o enquadramento da empresa. Esse é um dos pontos que avaliamos em conjunto com o seu contador durante a análise.